sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Vem aí a Semana de Prevenção da Gravidez na Adolescência e Prevenção a Ists


A Prefeitura de Tauá por meio da Secretaria de Saúde e da Secretaria de Educação, irá realizar a partir desta segunda-feira, 17 de janeiro, a Semana de Prevenção da Gravidez na Adolescência e Prevenção a Ists (Infecções Sexualmente Transmissíveis) e Aids. A primeira palestra a ser realizada será no Auditório da Escola Liceu Lili Feitosa, a partir das 7h50. O público alvo serão os alunos do ensino médio e do 9º ano do ensino fundamental II.

A Semana de Prevenção provém do Programa Saúde na Escola (PSE), trabalho intersetorial entre a Secretaria de Saúde e a Secretaria Educação, que visa ampliar as rodas de conversas e a conscientização dos jovens quanto à prevenção de gravidez na adolescência e as doenças sexualmente transmissíveis.

Durante a Semana haverá a representação do Conselho Tutelar, NUCA (Núcleo de participação e desenvolvimento de adolescentes). As palestras irão se estender nas seguintes escolas: E.E.M.T.I Antônia Vieira Lima, E.E.M Adjacir Cidrão, E.E.F Dondon Feitosa e E.E.F Joaquim Pimenta.

Nas últimas duas décadas, a gravidez na adolescência se tornou um importante tema de debate e alvo de políticas públicas em praticamente todo o mundo. A região com mais filhos de mães adolescentes é o Nordeste (180.072 – 32%), seguido da região Sudeste (179.213 – 32%). A região Norte vem em terceiro lugar com 81.427 (14%) nascidos vivos de mães entre 10 e 19 anos, seguido da região Sul (62.475 – 11%) e Centro Oeste (43.342 – 8%).

"22% das grávidas do município de Tauá são adolescentes, dentro da faixa etária de 10 a 19 anos. Ao analisar os dados, constatamos que são mulheres com escolaridade adequada à sua faixa etária. Subentende-se que têm acesso à informação! Mas precisamos nos questionar: qual a qualidade da informação que elas estão recebendo? Elas têm acesso a serviços de planejamento reprodutivo? Precisamos qualificar essa política de atenção à saúde dos adolescentes, de forma que esse cenário seja impactado e modificado." explica a Coordenadora da Saúde da Mulher da Secretaria de Educação, a enfermeira Paloma Almeida.

As infecções transmitidas por relação sexual são causadas por dezenas de vírus e bactérias durante o contato sexual, sem o uso de camisinha, com uma pessoa que esteja infectada. As ISTs aumentam em até 18 vezes a chance de infecção pelo HIV/Aids. Isso porque as infecções sexualmente transmissíveis geralmente causam lesões nos órgãos genitais, o que aumenta a vulnerabilidade para a pessoa adquirir o HIV, por meio do contato com secreções e sangue. Sem contar que as ISTs, como sífilis, gonorreia e clamídia, por exemplo, podem causar malformações de feto e, inclusive levar ao óbito, entre outras complicações.

Com informações do NIC

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