quarta-feira, 12 de abril de 2017

Sindicato e executivo não chegam a consenso para reajuste do salário dos professores


O Sindicato Apeoc esteve reunido com a gestão municipal de Tauá,prefeito Carlos Windson, Secretária de educação, prof. Aureamélia, Secretária adjunta, Elione, assessor Paulo Lira e demais integrantes da equipe do prefeito, na manhã dessa quarta-feira,12.A reunião foi para tratar sobre a proposta de reajuste salarial dos professores da rede municipal de Tauá.

De acordo com o relato do presidente do sindicato Apeoc,professor Auci,a proposta apresentada pelo gestor Carlos Windson depois de um estudo da folha pagamento das receitas de entradas e saídas dos mêses de janeiro a março, do FUNDEB, foi de 7,64% (valor do piso) para o mês de abril em todos os níveis e retroativo somente para quem ganhe abaixo do valor do piso: 2.298,80, pois neste caso os professores (graduados, especialista, mestres e doutores) não irão receber o reajuste retroativo a janeiro. A Apeoc apresentou  sua proposta de 10% decidido em assembleia geral (13/02/2017), mas que poderia ser no valor do piso do magistério (7,64%). A equipe de professores da Apeoc pediu ao prefeito para suspender a reunião temporariamente e se reunir em outra sala e apresentar uma contra-proposta: 7,64% para todos os níveis retroativo a janeiro/2017 e que fosse pago em parcelas complementares mês a mês: (mês de abril atualiza o reajuste e paga o mês da diferença de janeiro, maio e a parcela de fevereiro, junho parcela de março).O prefeito  Carlos Windson não acatou no momento a proposta e se manifestou em estudar as recitas do FUNDEB e dá um retorno na "próxima" semana se aceita ou não a reivindicação.

Ainda segundo o presidente do sindicato,a gestão manisfestou interesse em atualizar o PCCRM com a criação de uma agenda de discussões, visto a necessidade do cumprimento do Plano Municipal de Educação - PME.Já o sindicato Apeoc ressaltou novamente a insatisfação de alguns docentes em relação a jornada tripla (manhã/tarde/noite) de trabalho.